Como se motivar a emagrecer após o efeito platô?

Estar preparado para esses momentos são fundamentais para o sucesso no emagrecimento

Emagrecer é um assunto de interesse de muitos. Algumas pessoas tem maior atenção a isso por causa da saúde, outras pela estética. O que vale é que tanto por uma razão quanto pela outra, emagrecer é um tema de grande motivação e curiosidade. 

Afinal, o que faz uma pessoa conseguir emagrecer e outra não? Será mesmo só questão de seguir a risca a dieta? E o que você pode fazer para ter sucesso nisso? Quem consegue agir com equilíbrio e somar atividade física, disciplina, motivação, dieta e cuidados com a saúde tende a ter um resultado melhor. Acontece que nem sempre as pessoas se sentem motivadas para seguir em frente. 

Uma das grandes dificuldades acontece durante o processo de emagrecimento, afinal, o começar costuma ser mais fácil. O efeito platô, em que a pessoa estabiliza seu peso, é muito comum no processo de emagrecimento saudável. É normal que a pessoa se sinta desmotivada com a dieta nessa fase, mas não é o ideal. Se você quer emagrecer, por exemplo, e se prepara para todo o processo de diminuição de peso, você devera contar que haverá esse período de estabilidade. Se, então, você já sabe desde o inicio, é muito mais fácil que você se prepare para lidar com essa situação. 

Agora, se você não conta com essa fase e nem se prepara direito, realmente o emagrecer vai lhe parecer difícil e complicado. Faço uma comparação. Imagine-se entrando num jogo. Só que você vai jogar algo que não conhece as regras. Tenho certeza que se você entrar nessa partida sem saber como se joga ou vai querer sair logo ou jogara muito mal e terá muito trabalho pela frente. O emagrecer é isso. É um processo cheio de etapas e quanto mais você conhece o caminho e a si mesmo, maior será para o seu sucesso. 

As mais importantes informações que você deve ter sobre o processo de emagrecer é que existem fases, que você deve se conhecer (e as reações que seu corpo pode apresentar), criar um bom planejamento antes de começar e ter sempre em mente quais são as razoes que estão por trás da sua escolha. Assim, você terá boas razoes para manter-se na direção correta. 

As melhores formas de recuperar a motivação quando se está no efeito platô são: 

  • Voltar a pensar nas razões que lhe fizeram começar o processo de emagrecer
  • Refaça seu planejamento e tenha ganhos durante o processo, coisas que lhe ajudarão a manter-se focado do seu objetivo
  • Peça ajuda de profissionais especializados para sua escolha de emagrecer
  • Lembre-se de novas atitudes saudáveis que você possa iniciar para o seu processo.

Agora que você tem essas informações em mãos siga seu desejo de emagrecer com todo sucesso.

Adriana de Araújo

Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/18273-como-se-motivar-a-emagrecer-apos-o-efeito-plato

 

 

Veja como fazer da inveja um impulso positivo

Desejar o sucesso que o outro tem, sem querer o mal, pode te ajudar a planejar-se para conquistar seus objetivos

Sentir inveja é normal? O que é inveja? O sentimento de inveja é negativo, pois é caracterizado por uma tristeza (leve ou profunda) com relação ao que o que outro tem (coisas matérias, profissionais, amorosas, qualidades e habilidades pessoais, etc) e ao que eu não tenho. Inveja é um sentimento de frustração que leva muitas pessoas a experimentarem o gosto amargo da infelicidade ao querer ter algo que não se possui no momento presente. 

Na tradição católica, a inveja é sentimento muito negativo e considerado um dos sete pecados capitais. Isso ocorre porque a inveja é uma emoção carregada de comparações ruins e limitantes. Quanto mais se desejar ser e ter o que não se é e tem, maior a possibilidade de dor e angustia por não ser capaz de usufruir o que se tem. Quem não é capaz de dar valor ao que se conquistou e todas as batalhas que já se venceu pode sofrer muito com isso. 

Como tentativa de cura dessa sensação ruim, o movimento interno da pessoa é querer ter exatamente o que o outro tem. De forma saudável, essa pessoa pode criar metas e planejamentos para em breve alcançar o sucesso desejado. Essa ação é dita por muitos como sendo "inveja branca", "inveja boa", quando alguém quer o que o outro tem tem, sem querer o mal dessa pessoa e sem sofrer por não ter, sendo capaz de planejar, organiza-se para ter num futuro próximo ou distante aquele mesmo gostinho de sucesso. E assim, a pessoa consegue ser feliz hoje com o que tem e sonhar com o que pode vir a ter. 

Somos capazes de olhar o sucesso pessoal de alguém e buscarmos também o melhor para nós mesmos. Por exemplo, se um amigo começa a praticar um determinado esporte, uma academia para cuidar da saúde física e mental, segui-lo nesse caminho, pode ser algo bom e não necessariamente carregado de tristeza e mal estar. 

De forma negativa, a pessoa não sai do lugar e sofre por não ter o que deseja. Com isso, não é capaz nem de aproveitar o que tem, nem de correr atrás do que deseja. Por isso, para algumas pessoas, sentir inveja é sinônimo de inércia e muito sofrimento. Esse mal estar todo pode até mesmo levar a uma baixa autoestima

Quem olha para o outro e vê um aspecto de sucesso isolado do contexto geral da vida, pode achar que as pessoas a sua volta tem uma vida mais fácil, são mais sortudas e felizes. Descontextualizar o sucesso de uma pessoa pode ser algo terrível para mente humana. "A grama do vizinho é sempre mais verde" e isso leva a sentimentos ruins e de pouca racionalidade. 

Quando a dor é grande e leva a pessoa a sair do caminho de motivação, ação e realização pessoal pode ser indicado um tratamento psicoterápico. Técnicas de programação neurolinguística, hipnose e coaching de vida podem ser úteis para lidar com esses sentimentos e também para criar novas opções de sentimento e comportamento. Ser capaz de planejar e de alcançar o sucesso é delicioso.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/17379-veja-como-fazer-da-inveja-um-impulso-positivo

Reconheça os sintomas da ansiedade e aprenda a gerenciar crises

É possível transformar a ansiedade em algo produtivo e sem estresse

Você se sente ansioso? Quer se livrar de uma vez por todas dos sintomas da ansiedade? Nesse artigo você poderá entender melhor quais são os sintomas da ansiedade, as vantagens de tê-la e como superá-la. Com isso, você poderá escolher melhor suas reações daqui para frente. Lembre-se: você pode ser o comandante de suas emoções.

Os sintomas podem ser diferentes de pessoa para pessoa e variar de intensidade. Quem sofre com isso sabe que é um problema importante a ser resolvido. O mais comum da ansiedade é perceber reações como: pensamento desorganizado, fala agitada e o raciocínio atrapalhado. Sentimentos de preocupação ocupam a mente. Com isso, os pensamentos se repetem e se torna impossível manter a concentração. A mente deixa de ser serena e calma. O resultado é claro: baixo rendimento, produção com pouca qualidade e muito tempo perdido. 

Algumas situações podem ser a ponte para o mal estar. Quando algo específico acontece no mundo exterior, a resposta interna do corpo é imediata e então o sentimento que surge é de ansiedade. Exemplos: uma prova, trânsito, reuniões de trabalho, são situações que nos deixam ansiosos. 

Normalmente essas reações estão diretamente ligadas à forma como cada um pensa e organiza a própria vida. Afinal, a situação em si não é capaz de gerar esse movimento interno, mas o modo com que cada pessoa é capaz de gerenciar suas emoções. A intensidade e o modo com que as pessoas lidam com a ansiedade é determinado pela maneira que o cérebro interpreta a situação.

A ansiedade só é boa quando na verdade é revertida em energia para execução de atividades, sem desgaste e sofrimento. Ação, produção e resultado sem estresse é o ideal.

Mas o quadro tem cura e você pode superá-lo. E esse poderá ser um excelente objetivo para que você tenha qualidade de vida. Viver bem é fundamental. O tratamento da ansiedade consiste em educar a pessoa para agir de forma serena e adequada, quando possível, a diferentes situações de estresse da vida. Para isso, diversas técnicas são indicadas, como Programação Neurolinguística (PNL) e hipnose, entre outras.

Sucesso e até breve!

Adriana de Araújo

Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/16249-reconheca-os-sintomas-da-ansiedade-e-aprenda-a-gerenciar-crises

Conheça 16 técnicas para vencer o medo

Enfrentamento e força de vontade são os métodos mais comuns

Sentir medo é natural e saudável, afinal, ele costuma nos proteger de algum tipo de perigo e nos afasta de situações em que nos sentimos ameaçados. Em excesso, porém, pode atrapalhar a dinâmica da vida de qualquer pessoa. Quem sente medoevita a todo custo o contato com o objeto fóbico e, com isso, certas situações ficam fora da rotina da vida da pessoa. Além disso, o contato com os outros também pode ser prejudicado.

Curar-se do medo é muito mais simples do que se costuma pensar. O método mais comum é o enfrentamento e uso da força de vontade (cara e coragem). Em alguns casos, entretanto, a técnica nem sempre é o melhor caminho a ser percorrido.

Em meu livro "O Segredo Para Vencer o Medo", da Editora Universo dos Livros, ensino diversas formas de autocura e também truques para usar essas técnicas com outra pessoa.

Neste artigo fiz uma breve explicação dos métodos mais famosos e renomados de superação do medo em geral.

1. Visualização

A respiração influencia diretamente o corpo que, por sua vez, tem ligação com o estado emocional.

Imagine-se de forma muito nítida enfrentando a situação que lhe causa medo e sentindo-se curado.  

2. Linha do tempo

Volte o pensamento para o passado onde tudo (possivelmente) começou e busque tranquilizar a mente, deixando para trás o que passou. Gradualmente, vá avançando no tempo e espaço com o pensamento até o presente, imaginando a superação do medo e a visualização do futuro com a cura plena de qualquer sofrimento referente a esse tema.

3. Foco de atenção

Tenha domínio sobre o foco da sua própria atenção. Escolha para onde você estará olhando, no que estará pensando e em que estará se concentrando. Você passa a ser senhor de si próprio.

4. EMDR

É uma técnica muito usada com excelentes resultados na cura de traumas. Ela também é bem vinda no tratamento de fobias. São estímulos bilaterais específicos que produzem a cura e tranquilidade mental.

5. Dissociação

Anote os pensamentos e tente reorganizá-los no papel - Foto Getty Images
Anote os pensamentos e tente reorganizá-los no papel

Consiga ter autocontrole sobre a situação e tente observar e sentir com maior capacidade de escolha. Dissociar também significa poder estar distante emocionalmente de forma saudável, sem se perder no medo.

6. Escrita

Anote os pensamentos e tente reorganizá-los no papel. Isso costuma ajudar a reorganizar a mente também.

7. Cadeia de excelência

Faz parte da técnica do novo código da programação neurolinguística, que mostra a ligação entre mente e corpo. A respiração influencia diretamente o corpo que, por sua vez, tem ligação com o estado emocional. Juntos eles influenciam no desempenho (ação) da pessoa.

Ao mudar propositalmente o ritmo da respiração, haverá uma interferência no funcionamento corporal que fará com que a pessoa experimente um novo estado emocional e, com isso, uma nova performance mediante aquela situação. Isso também acontece quando mudamos a postura corporal, pois, naturalmente há alteração da respiração e do estado emocional.

Dentro dessa cadeia de excelência, é possível entrar e modificar qualquer uma das estruturas, mas a respiração e a postura corporal (fisiologia) costumam ser os mais fáceis e rápidos de se alcançar.

8. Perguntas de coaching

A pessoa que sente medo deve ser exposta gradualmente ao objeto fóbico, sempre respeitando o limite desse contato.

Você pode se organizar e montar uma excelente estratégia para alçar a cura usando perguntas de coaching que lhe ajudarão a entender melhor o que esta acontecendo com você, mostrando que, de fato, é possível a superação e cura. Ao invés de se perguntar o que há de errado com você, por exemplo, questione-se sobre se você poderia avançar no processo de cura ainda hoje. Você pode manter esse avanço? Como prosseguir?

9. Dessensibilização

Uma das mais antigas técnicas de tratamento psicológico de cura de fobia, ela é muito usada dentro da abordagem da cognitiva comportamental. A pessoa que sente medo deve ser exposta gradualmente ao objeto fóbico, sempre respeitando o limite desse contato. Em alguns casos, a pessoa pode começar apenas com o contato com uma foto daquilo que se parece extremamente ameaçador.

10. Modelagem

É uma técnica da programação neurolinguística que consiste em observar uma pessoa que é bem sucedida naquilo que você deseja alcançar. Então, se você tem medo de algo, observe como alguém que não tem medo lida com a situação. Como é sua postura corporal? Como é sua respiração? O que a pessoa pensa sobre o tema? Como ela se sente?

11. Respiração

Normalmente, a pessoa que tem medo tende a ter um grau maior de ansiedade para lidar com o que lhe causa esse mal estar. Respirar profundamente, de forma serena e tranquila pode ajudar nesse processo de cura.

12. Relaxamento corporal

O medo gera tensão mental e corporal. Saber relaxar o corpo pode ser extremamente útil nesse momento.

13. Diminuindo o dialogo interno

Quem sente medo costuma ter o diálogo interno muito "alto", ou seja, aquela conversa que temos com a gente mesmo que é norma, fica um pouco exacerbada e atrapalha para pensar com coerência. Às vezes esse diálogo pode não ser produtivo, por isso, devemos cuidar do que pensamos.

14. Submodalidades

Quem sente medo costuma descrever a situação muito vivida com cores e ação. Ao mudar esse tipo de procedimento mental, deixando a imagem congelada em preto e branco, pode ajudar a enfrentar aquilo que é negativo.

15. Ancoragem

É poder "ancorar", guardar um estado emocional desejado para usá-lo quando desejar. 

16. Jogos do novo código

São jogos que produzem alta performance e, com isso, excelência nas ações produzidas.  

Essas técnicas de terapia breve para cura de fobia são as mais divulgadas, mas você também pode criar o seu próprio método de superação, traçando um ótimo planejamento e produzindo excelente capacidade de ação. Mas lembre-se: escolha a forma que mais lhe parece adequada ao seu modo de pensar e agir. Sucesso naquilo que você busca!

Quer mais dicas da psicóloga para enfrentar e superar seus medos? Veja mais aqui

Adriana de Araújo

http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/14781-conheca-16-tecnicas-para-vencer-o-medo

Como escolher o melhor psicólogo para você?

É importante ter empatia e confiança no conhecimento do profissional escolhido para acompanha-lo na psicoterapia

Uma dúvida comum antes de decidir fazer psicoterapia é como escolher o melhor psicólogo. São diversas as técnicas e abordagens que os psicólogos utilizam. As formações são inúmeras e o estilo de trabalho bem diferente. A forma como cada sessão é conduzida depende do método e conceito apresentado. Que dúvida cruel, hein? 

De fato, o melhor psicólogo será aquele que você também tiver uma boa empatia. Claro, que não é só isso: um bom profissional tem que ter boa formação, entender bem o que estudou, saber utilizá-las de forma correta, ser capaz de fazer uma boa anamnese, com um perfeito diagnóstico e planejamento para conduzir as sessões, ser livre de rótulos com relação ao paciente, mas entender o caso de forma única e precisa, tem que dominar as técnicas que segue e as ferramentas usadas, assim poderá aplicá-las ou mesmo ensiná-las aos seus pacientes. 

Segue abaixo uma lista do que você vai precisar saber para escolher o seu melhor psicólogo: 

Indicação Uma boa forma de encontrar um bom profissional é pegar indicações. Conversar com alguém que já tenha passado por esse profissional antes e saber qual a experiência que essa pessoa relata do tratamento, como foram feitas as sessões e o que era aprendido e utilizado para cura é um ótimo caminho! Outra forma de conseguir indicações é através de algum artigo que você leu desse profissional, um livro escrito por ele, um vídeo ou quem sabe até um site falando do trabalho que essa pessoa faz. 

Currículo Ler a apresentação desse profissional, onde ele estudou, com quem aprendeu, o que faz de trabalho, quais são suas habilidades e técnicas também são ótimas referências, ainda mais se você já tiver uma noção de que tipo de tratamento ou abordagem você procura. 

Endereço Escolher um profissional com consultório de fácil acesso para você facilita. Deve ser algum lugar que você goste de ir e se sinta bem ao estar lá. Muitos psicólogos também atendem por Skype, o que pode facilitar a escolha pelo profissional, até mesmo alguém de outra cidade, estado ou país e você pode estar na sua casa, trabalho ou outro ambiente escolhido por você de modo confortável ao ser atendido numa sessão com formato moderno e de grande resultado. 

Diminuir a crítica também é importante: esteja atendo ao que você busca com lógica e coerência. Alguns pacientes esperam que o terapeuta siga exatamente o que ele ensina e nem sempre isso acontece. Seria o ideal: que o que o psicólogo fizesse em sua vida particular exatamente o que ele aconselha em consultório, mas não necessariamente isso ocorre. 

Por exemplo, um paciente que quer parar de fumar, às vezes, fantasia que o terapeuta não pode fumar ou mesmo que já tenha superado esse problema. Eu não fumo e trato pacientes com essa queixa, mas eu tenho alguns colegas de profissão que fumam e sabem muito bem desenvolver a técnica com sucesso e bom desempenho com seus pacientes. Ou seja, não parece muito coerente um fumante ajudar outro fumante a parar de fumar, mas isso acontece sim e mais do que você pode imaginar. Às vezes, o que nos parece óbvio não é para o processo de cura e bem-estar individual. Então, limpe-se de preconceitos e escolha seu profissional com calma e serenidade. 

Uma vez escolhido o profissional, tenha em mente que o bom relacionamento entre o paciente e o terapeuta é importante para o bom andamento da terapia. Não há necessidade de que vocês sejam amigos ou que compartilhem das mesmas escolhas de vida, mas respeito, comprometimento e manutenção do acordo feito é fundamental. 

O tratamento psicológico tem objetivo de cura de questões da mente, que muitas vezes, interferem não só o mental, mas o corpo também. Escolha com sabedoria quem vai lhe orientar para um bom caminho de serenidade e tranquilidade mental. Sucesso na sua escolha! 

Adriana de Araújo

Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/17901-como-escolher-o-melhor-psicologo-para-voce

 

 

Pessoas sempre insatisfeitas deixam de aproveitar o presente

Esse tipo de indivíduo busca mudanças não para evoluir, mas para compensar frustrações presentes

Pessoas insatisfeitas estão constantemente em busca de algo, mas não pelo desejo de crescimento e vontade de realizar novos sonhos, e sim por terem a sensação de não estarem completas. 

Pessoas que buscam o que não têm de forma compulsiva, às vezes, querem apenas algo diferente do que já tem, somente para poderem fugir do que tanto as incomoda: o momento presente e a realidade que estão vivendo. 

Não se deve confundir uma pessoa proativa, sonhadora, que batalha pelo próprio crescimento, empreendedora e que quer o melhor para si e para as pessoas a sua volta com quem é insatisfeito. São estilos de pessoas diferentes, embora, ambas busquem a mudança. As pessoas consideradas insatisfeitas são aquelas que sentem necessidade de algo novo pela frustração do que elas têm no momento presente e não pelo desejo de concretizar os objetivos. 

Existem pessoas que estão sempre buscando algo que ainda não tem, e com isso acabam sempre mudando de ideia e, às vezes, ficam perdidas no que querem. Isso acontece, porque o foco delas não está em entender o presente e a própria vida, mas em tentar a todo custo ter algo diferente, fora dessa realidade, com isso, fazem tudo a qualquer preço para poder mudar. O foco não esta no objeto a ser realizado, mas no sofrimento do presente e toda a dificuldade de aproveitar a vida como ela é agora.

Essa insatisfação e a busca constante por algo novo podem ser motivadas por: 

  • problemas no presente
  • dificuldade de focar nas coisas boas do momento
  • aprendizado com os pais ou por quem os criou que a vida deve ser vivida dessa forma
  • sonhar com o futuro ideal, sem condição de viver o presente real.

Esse tipo de atitude atrapalhar o dia a dia e até os relacionamentos de uma pessoa que está com toda a energia voltada para sonhar o futuro em vez de viver o presente e conseguir obter prazer no que esta aqui e agora. Quem é insatisfeito, tende a sonhar a vida em vez de vivê-la. Idealiza as ações e comportamentos no lugar de viver em paz e feliz. 

Quando se percebe que a insatisfação pode ser um problema em si, pois atrapalha a própria vida pessoal, profissional e das pessoas em volta, o ideal é a busca de orientação e atendimento especializado. Sessões de psicoterapia, programação neurolinguística (PNL), coachinghipnose, entre outras, podem ser excelentes para cura de alguns traumas e sofrimentos, bem como ajudar a ter prazer com o que se tem para se vive em paz.

Durante as sessões, também é possível ensinar e ajudar as pessoas a criarem novas metas e objetivos de vida sem a insatisfação presente. Mudar é bom e necessário, mas não deve estar ligado somente a sofrimento e mal estar. Viver na zona de conforto não é ideal para ninguém. Mas o agir, mudar e crescer deve ter razões mais importantes do que reclamar do que se tem o tempo todo. 

Sucesso e até breve!

Adriana de Araújo

Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/18086-pessoas-sempre-insatisfeitas-deixam-de-aproveitar-o-presente

O que fazer quando uma pessoa não gosta de você?

Aprenda a lidar com a rejeição no ambiente de trabalho ou entre amigos e familiares

Você sabe que não vai agradar a todos, mas mesmo assim, se sente mal com a não aceitação de algumas pessoas – seja na paquera, no trabalho, na relação pessoal ou familiar. O que está por trás desse seu sentimento? O que vem a sua mente quando pensa nisso? Peço que se concentre agora por alguns instantes e avalie o que você sente. Algumas pessoas se percebem inseguras e imaturas para seguir a diante. Qual é o seu caso? Você abre mão da tentativa de influenciar o outro e querer provocar uma mudança ou acaba usando sua energia para conquistar e fazer com o que outro goste de você sem medir esforços, até mesmo passando do seu limite?

Para alguns é muito difícil lidar com a reprovação. De fato, ninguém gosta muito de não ser aceito. É um feedback que pode ser entendido como: se não agrado é porque estou fazendo algo errado. Esse sentimento é um tempero perigoso nas relações, pois quanto mais essas pessoas são rejeitadas, mais são capazes de se empenhar para chamar atenção. Esse tipo de comportamento pode ser negativo, uma vez que as atitudes tomadas na ideia de agradar podem sufocar a outra pessoa. Ações como ficar muito próximo, insistir, querer agradar excessivamente, cobrar atitudes, reclamar da não aceitação, querer explicação e exagerar nas ações são alguns exemplos desse exagero. As pessoas geralmente gostam de equilíbrio, e ao perceber esse descontrole do outro acabam se afastando ainda mais.

Isso acontece, de modo geral, quando as pessoas perdem o foco do que é importante para elas. Com isso, as pessoas se perdem na avaliação alheia, que nesse caso é a rejeição. Indivíduos com baixa autoestima tendem a sofrer mais com isso. Pessoas inseguras que não sabem bem como agir e se confundem no que é certo e errado de suas ações são mais suscetíveis a lidarem mal com essa situação. 

Quem não aceita que uma pessoa possa não gostar dela acaba demonstrando desequilíbrio na relação, pois quer controlar inclusive a opinião dos outros, muitas vezes, impondo o seu jeito de ser ou fazendo o oposto (que também não vai bem) sendo extremamente submissa, aceitando tudo que não se deve aceitar em nenhuma relação somente com a esperança (errônea) de aceitação. O auto respeito e amor próprio devem prevalecer sempre.

Pessoas com essa dificuldade podem tentar se adequar ao outro ou ao grupo em que se encontram exagerando suas ações. Com isso perdem a espontaneidade, que é uma das chaves para o bom relacionamento, e vivem a sombra de ações copiadas dos outros. A ideia é agradar, mas não é o que acontece.

Para contornar essa situação, o mais adequado é:

  • Analisar a situação e a relação
  • Entender se você pode fazer melhor
  • Se você fez algo que desagradou a outra pessoa, por exemplo, avalie se pode agir diferente, se deve desculpas ou se pode corrigir de alguma maneira sua ação.

Tenha em mente que você deve fazer a sua parte e somente isso. O outro tem a responsabilidade de igual obrigação de fazer a parte dele. Faça a sua. De resto, não há nada a se fazer. Não há como agir pelo outro sem que ele peça sua ajuda. Pense sobre igualdade de reciprocidade. Viva sua vida no encontro do equilíbrio das relações. Não dê migalhas nem aceite isso de ninguém.

Para colocar isso tudo em prática, às vezes é preciso uma orientação profissional para que você possa aprender a mudar e agir diferente. Psicólogos, hipnólogos e coachs são excelentes para contribuir no estabelecimento de metas e comportamentos direcionados para ação eficaz.

Sucesso e até breve!

Adriana de Araújo

Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/18642-o-que-fazer-quando-uma-pessoa-nao-gosta-de-voce

10 ideias para ficar mais próximo da felicidade

Ter objetivos claros e saber equilibrar lazer e trabalho aspectos são fundamentais nesta busca

felicidade é algo que todos buscam, mas às vezes é difícil de ser definida. Para mim, a fecilidade tem a ver com coisas boas, como:

  • Leveza
  • Prazer
  • Bem-estar
  • Plenitude
  • Satisfação
  • Equilíbrio físico e mental
  • Alegria
  • Paz interior.

Sentir-se feliz é estar bem. E também acredito que ser feliz é querer estar onde se está. Ou seja, a felicidade esbarra na capacidade de estar presente no agora de forma inteira, intensa e serena. 

Mas, e quando não se está? A psicologia, filosofia e muitas religiões estudam esse tema. Porém, o interesse é também real em muitas outras tantas ciências, como por exemplo, na medicina, pois, um paciente que se sente infeliz, adoence mais facilmente e sente piorar os problemas que já tem. Quem sofre de depressão ou ansiedadecostuma queixar-se de não estar pleno e alguns se sentem infelizes. 

Agora você deve estar se perguntando o que você pode fazer para se sentir feliz ou mais feliz. Aqui vão algumas ideias mais práticas e simples que podem de aproximar da busca pela felicidade:

  • Foque sua atenção no presente
  • Construa pequenas ações para o dia a dia ser mais leve e sereno
  • Tenha uma vida equilibrada entre obrigações e divertimento.

Agora algumas ideias mais elaboradas para buscar sua plenitude em longo prazo:

  • Faça uma lista de desejos
  • Estabeleça metas e crie formas de atingir o que deseja
  • Estude sobre seu tema de atração
  • Tenha prazos, cumpra as metas
  • Supere os obstáculos ao longo do caminho
  • Avalie resultados ao longo do caminho
  • Dedique energia, atenção e tempo para ter o quer.

Uma das coisas que ajuda e muito a se sentir mais pleno e feliz é trabalhar a capacidade de tomada de decisão. Quem protela, enrola e se enrosca para agir perde forças, pode se sentir fraco e pouco confiante. Ser capaz de criar uma ação e assumir as consequências das suas atitudes faz toda diferença. Escolher, seguir e se for preciso mudar a direção é melhor que não escolher, esperar o tempo passar, pois não se pode perder o controle das emoções.

Nós somos responsáveis não apenas pelos nossos atos e consequências, mas pela forma como percebemos nossa vida. A percepção, emoção e pensamento podem ser mudados. Nós podemos dar um sentido maior a nossa vida. Alias, é fundamental que tenhamos uma missão, um objetivo e sentindo para o que fazemos. Isso é útil até mesmo para suportar a dor do caminho e processo de conquista. Quem tem um desejo, tem mais energia para seguir e junta forças para superar o que precisa, sem se perder no processo, caminho e passo a passo.

A felicidade também está relacionada a qualidade dos nossos relacionamentos, e isso acontece quando somos capazes de atribuir a nós a responsabilidade por sermos felizes e de bem com a vida. O outro agrega, mas jamais completa, pois somos já inteiros. 

Técnicas de Programação Neurolinguística (PNL), Novo Código da PNL, Coaching de Vida, Hipnose, entre outras ferramentas que podem ser usadas numa sessão de psicoterapia são excelentes para um bom bate papo direcionado para uma melhora efetiva da felicidade e bem-estar.

Sucesso e até breve!

Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/23068-10-ideias-para-ficar-mais-proximo-da-felicidade

Conheça técnica que torna decisões mais simples

Análise SWOT é muito usada por empresas, mas pode te ajudar em dúvidas pessoais

 

Já ouviu falar em análise SWOT? A sigla esquisita vem do inglês e cada letra significa um aspecto:

  • Strengths: em português, forças
  • Weaknesses: em português, fraquezas
  • Opportunities: em português, oportunidades
  • Threats: em português, ameaças.

Ou seja, a análise SWOT é um método que analisa dentro de diversas situações quais são as forças, fraquezas, oportunidade e ameaças. Em português a sigla é FOFA, mas não é tão utilizada.

Esta é uma ferramenta muito conhecida e utilizada para fazer análise da situação para ajuda na toda de decisão. O método SWOT é principalmente posto em prática nas empresas pode ser usado na vida pessoal. 

Como usar a análise SWOT na minha vida?

Quando estamos nos organizando para uma mudança, criandos novas metas ou quando colocamos nossa atenção e pensamento que algo pode ser diferente é preciso organização e estratégia. Essa ferramenta SWOT pode ser usada para compreender os pontos de atenção para efetivamente deixar de ser apenas uma vontade e realizar uma nova ação. Quem quer mudar de carreira, por exemplo, pode fazer um levantamento dessas ideias:

  • Quais são seus pontos de força e habilidades individuais
  • Quais pontos de fraqueza ou questões emocionais que podem ser desenvolvidas para melhoria
  • Quais as reais oportunidades no mercado de trabalho
  • Quais as ameaças e medos percebidos (reais e imaginários) nesse momento de tomada de decisão.

Qual o diferencial da análise SWOT?

Esses pensamentos que o SWOT traz vão além do tradicional prós e contras, que é muito útil, mas não é completo. Entender as vantagens e o que não é tão vantajoso é um passo para o começo da análise. 

No momento que você entende esses conceitos, você abre sua mente para ideias ainda não pensadas. Você tem mais segurança que suas escolhas serão adequadas e lhe satisfarão por completo. O momento de análise tem como objetivo ponderar as circunstâncias futuras na tentativa de evitar culpa, arrependimento e mal estar. Viver algo novo plenamente requer adaptação, criatividade e energia.

Quando recorrer à análise SWOT?

Essa análise pode ser usada em diferentes momentos da vida. Quando pensamos em toda de decisão, percebemos que isso faz parte da vida no geral. Estamos constantemente fazendo escolhas. Escolhemos uma profissão, amigos, como agir em determinada situação, o estilo de roupa, a casa que vamos morar, a cidade, o país, o politico que vamos votar, etc. O SWOT é um apoio para uma percepção maior quando se têm dúvidas sobre o que se pode escolher. 

Não há necessidade de uso da ferramenta para todas as decisões. O SWOT vem como complemento quando podemos pensar situações importantes e de grande impacto na qualidade de vida de quem precisa escolher e pensar o melhor caminho. Estar lúcido e sereno no que se faz é fundamental para a segurança da ação. 

Durante a sessão de psicologia ou coaching, os profissionais ajudam o cliente ou coachee com várias ferramentas e métodos, como por exemplo, a análise SWOT para que possam compreender melhor suas escolhas e consequências de suas ações.

Sucesso naquilo que busca e até breve!

Adriana de Araújo

Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/25190-conheca-tecnica-que-torna-decisoes-mais-simples

Culpa e autoestima – como curar-se

 

Culpa é um sentimento negativo que causa muito desconforto. E também um pouco complicado, pois envolve mais do que a tristeza de algo que já foi, mas uma mistura de arrependimento, mágoa, angústia e até mesmo desespero por algo que não se tem mais controle no momento. Sentir-se culpado é estar fora do presente e se perder na dor do que poderia ter feito de outra maneira num passado que “já passou”, sem volta, sem chance de retorno.

 Todas as pessoas, de um jeito ou de outro, já experimentaram a sensação de sentir culpa em maior ou menor grau. A culpa tem relação com a responsabilidade atribuída a alguém por uma ação que provocou prejuízo:

– material;

– moral;

– emocional;

– espiritual;

– etc,

a outra pessoa ou a si mesmo.

Sofrer com a dor da culpa é um misto de emoções e pode ser entendida como sendo um sentimento de punição e tentativa de justiça. Pessoas que experimentam a dor da culpa costumam ser muito:

– severas;

– perfeccionistas;

– justiceiras;

 – duras;

– autopunitivas.

A quem repetida internamente e constantemente frases negativas de acusações direcionais a si mesmo em tom acusativo e punitivo:

– “você perdeu sua última chance”;

– “você é culpado, pois é responsável pela dor que vive”;

– “você é uma vergonha”;

– “seu erro não tem perdão”.

Esse tipo de diálogo interno derrotista não da força nem energia para alguém seguir em frente com motivação para superar algo se necessário.

                Mas e a autoestima? Como essa confiança pessoal pode interferir na percepção de mundo e sentimento de culpa?

                Autoestima é o desejo, a valorização, a aceitação que se tem por quem se é. Estar com a autoestima equilibrada é apreciar, confiar e respeitar a si próprio. Ser capaz de estar atendo as necessidades internar sem perder o contato com o mundo exterior faz a diferença na qualidade de vida.

                Fortalecer o emocional, empoderar-se (do social ao pessoal), ser capaz de se conectar com as emoções, compreender seus próprios conflitos é sinal de amadurecimento e conexão pessoal. A psicoterapia tem um papel importante nesse sentindo.

                Por isso, quem sofre constantemente com sentimentos de culpa, pode necessitar atenção para o fortalecimento emocional. Por exemplo:

1)      Desenvolvendo resiliência – sendo capaz de não se perder no problema e voltar a “forma” original após uma situação de estresse. Saber lidar com as adversidades, superar obstáculos e se manter firme a pressões, críticas e situações duras e complicadas da vida.

2)      Fortalecimento da longanimidade – palavra não muito usada, mas de grande poder – ser capaz de se ser corajoso, generoso e paciente consigo mesmo e com os outros. Respeito ao tempo interno e externo. Isso significa uma capacidade de equilíbrio entre como quer se as coisas sejam e como elas são no momento.

As sequelas de quem sofre com a culpa costuma ser grande. E sentir vergonha, medo pode levar as pessoas ao isolamento como estratégia de proteção. A frustração pela sensação da derrota impede novos avanços, outras tentativas de crescimento e bons planejamentos para seguir em frente e se libertar.

                 O fundamental é se livrar das “correntes” dessa angústia para poder “voar” livremente através de sonhos, desejos, realização e crescimento pessoal. Viver é enfrentar os obstáculos internos e externos. A vida é muito maior do que pequenos deslizes. E para isso aqui vão algumas dicas:

1)      converse com profissionais capacitados –  um médico ou psicólogo pode ser adequado se você precisar de algum tratamento e orientação para superar esse momento;

2)      Fortaleça sua autoestima – técnicas de PNL, Novo Código da PNL, hipnose ericksoniana, EMDR e coaching de vida podem contribuir para a cura;

3)      Treine sua mente para a solução – coloque mais energia na resolução do que nos problemas em si.

Que sua vida possa ser mais leve ao deixar o peso da culpa para trás e com isso, você será capaz de seguir sempre em frente, com os pés nos presente e olhos no futuro,apesar do que houve no passado.

 

Sucesso e até breve!

Adriana de Araújo

www.adrianadearaujo.com.br